EURO 2008

31 05 2008

Na contagem decrescente, falta agora apenas uma semana para o início do EURO 2008…

Em que a Grécia, sagrada Campeã da Europa em Portugal em 2004, procura defender o seu título, para já com o melhor desempenho de todas as selecções participantes na fase de qualificação.

Com Portugal integrado num grupo de elevado grau de dificuldade, em que terá de enfrentar um dos países organizadores (Suíça), uma das mais cotadas selecções do futebol continental (R. Checa) e uma “potência emergente”, a Turquia.

Neste blogue (Euro 2008), que criei especialmente para o efeito, poderá ir acompanhando a presente edição da prova, assim como consultar o historial da competição (com todos os resultados, classificações, jogadores campeões e melhores marcadores), o palmarés dos Campeonatos da Europa de Futebol… e, ainda, revisitar em detalhe o EURO 2004.





Historial do Campeonato da Europa de Futebol (VII)

30 05 2008

VII – 1984 (França)

Tão perto da glória; tão próximo de concretizar o sonho: Portugal esteve a 5 minutos da final (quando, perto do termo do prolongamento, batia, em Marselha, a França, por 2-1), perdendo essa oportunidade de ouro no último minuto do prolongamento, num intenso jogo contra a equipa da casa, a França, que conquistaria – no VII Campeonato da Europa – o primeiro grande triunfo internacional da sua história.

Beneficiando do “factor casa” e do alto rendimento da sua estrela, Platini – transformado num goleador imparável, com os seus 9 golos -, depois de uma vitória difícil no jogo de abertura com a Dinamarca, a França esmagou os vice-campeões europeus (Bélgica) por 5-0, fechando a primeira fase com nova vitória perante a Jugoslávia; depois do maior obstáculo com que se deparou (Portugal!), bateria, na final, a Espanha, por 2-0.

Na fase de qualificação, o Campeão do Mundo (Itália) ficara já pelo caminho, com um percurso paupérrimo, em que apenas logrou suplantar na classificação do grupo o modesto Chipre, ganhando unicamente o último dos 8 jogos de qualificação (frente a Chipre, precisamente)! – e já depois de ser “humilhada” com a derrota em casa, por 0-3, com a Suécia (num grupo que seria ganho pela Roménia).

O Campeão Europeu em título, a RFA, depois de uma qualificação “sofrida” (empatando em pontos com a I. Norte, com quem perdera os dois jogos, por 0-1), acabaria por ser eliminado no grupo de Portugal, com a ajuda da Espanha (com um golo decisivo no último minuto).

Também a Inglaterra ficara pelo caminho, “vergando-se” (no próprio Estádio de Wembley) à superioridade de uma Dinamarca que surgia pela primeira vez como potência futebolística, que viria a atingir o auge – de forma bastante surpreendente – 8 anos depois.

Portugal qualificar-se-ia para a Fase Final depois de uma campanha “quase perfeita” (não fora o 0-5 com que baqueou na URSS); depois de 2 vitórias nos jogos com a Finlândia, ao vencer também as duas partidas com a Polónia, Portugal chegou ao último jogo necessitando de ganhar, em casa, à URSS. A 13 de Novembro de 1983, no Estádio da Luz, Chalana (que se consagraria também como grande figura do Europeu), depois de tirar do caminho dois soviéticos, ao entrar na grande-área, foi derrubado em falta; o árbitro – sem acesso aos meios tecnológicos que permitiriam confirmar que a falta fora cometida ainda antes da linha – assinalou a grande penalidade que Jordão converteria, colocando Portugal, pela primeira vez, na disputa do título continental.

A qualificação ficou também marcada por um resultado histórico, a maior goleada alguma vez registada entre duas equipas europeias (ainda record): para suplantar a Holanda, a Espanha precisava de ganhar o último jogo por 11 golos e, apesar de Malta ter, ainda cedo, marcado 1 golo, não desmotivou os espanhóis que, numa “cavalgada épica”, chegariam aos 12-1!

Outros resultados marcantes da fase de qualificação foram: Inglaterra-Luxemburgo, 9-0; Hungria-Luxemburgo e Luxemburgo-Hungria (duas vitórias húngaras por 6-2), Dinamarca-Luxemburgo, 6-0 (um autêntico “bombo da festa”); Jugoslávia-P. Gales, 4-4; Checoslováquia-Chipre, 6-0; Irlanda-Malta, 8-0 e Malta-Holanda, 0-6.

Na Fase Final, para além do já referido 5-0 da França à Bélgica, também a Dinamarca “humilharia” a Jugoslávia pelo mesmo resultado.

GRUPO A
França – Dinamarca – 1-0
Bélgica – Jugoslávia – 2-0
França – Bélgica – 5-0
Dinamarca – Jugoslávia – 5-0
França – Jugoslávia – 3-2
Dinamarca – Bélgica – 3-2

1º França (6); 2º Dinamarca (4); 3º Bélgica (2); 4º Jugoslávia (0)

GRUPO B
RFA – Portugal – 0-0
Espanha – Roménia – 1-1 (Carrasco, 23m; Boloni, 35m)
RFA – Roménia – 2-1 (Voller, 24m e 66m; Coras, 46m)
Espanha – Portugal – 1-1 (Santillana, 71m; Sousa, 52m)
Portugal – Roménia – 1-0 (Nené, 81m)
Espanha – RFA – 1-0 (Maceda, 89m)

1º Espanha (4); 2º Portugal (4); 3º RFA (3); 4º Roménia (1)

1/2 Finais
França – Portugal – 1-1 (3-2 após prolongamento – Domergue, 25m e 115m; Platini, 119m; Jordão, 74m e 98m)
Espanha – Dinamarca – 1-1 (Maceda, 67m; Lerby, 6m) – 6-5 nos pontapés da marca de grande penalidade

Final
França – Espanha – 2-0 (Platini, 57m e Bellone, 90m)

Classificação
1º França
2º Espanha
3º Portugal
3º Dinamarca
5º RFA
6º Bélgica
7º Roménia
8º Jugoslávia

Campeões – Bats, Battiston, Bossis, Leroux, Domergue, Tigana, Fernandez, Platini, Giresse, Lacombe, Bellone, Amoros, Genghini, Tusseau, Ferreri, Bravo, Six e Rocheteau

Melhores Marcadores – Platini (França), 9 golos ; Voller (RFA) e Santillana (Espanha), 7 golos; Elkjaer (Dinamarca) e Rummenigge (RFA), 6 golos





Historial do Campeonato da Europa de Futebol (VI)

29 05 2008

VI – 1980 (Itália)

Pela primeira vez, o país organizador (Itália) passou a estar apurado de “ofício” para a fase final – a partir da VI Edição do Campeonato da Europa -, com novo formato, com 8 finalistas, repartidos em 2 grupos, com os vencedores de cada grupo a disputar a Final.

Tal implicou um “rearranjo” dos grupos da fase de qualificação (reduzidos de 8 para 7, apurando-se o vencedor de cada grupo); com 32 participantes (apenas 31 sujeitos a disputar a qualificação), foram divididos em 3 grupos de 5 países e 4 grupos de 4 equipas.

A RFA tornou-se o primeiro país a bisar a conquista do Campeonato da Europa, tendo, para tal, de vingar a derrota frente à Checoslováquia na edição anterior.

A equipa da casa, a Itália, seria novamente afastada por uma surpreendente Bélgica, vencedora do grupo na fase final, também à frente da Inglaterra e Espanha, acabando por baquear na final contra a “técnica da força” de Hrubesch, Kaltz, Rummenigge “e companhia”.

Portugal voltou a primar pela irregularidade, sendo novamente eliminado na fase de qualificação, pela Bélgica, ficando ainda atrás da Áustria, terminando portanto em 3º lugar no grupo. Depois do empate inicial em casa com a Bélgica, conseguiria uma importante vitória na Áustria, para além de duas vitórias sobre a Noruega, mas deitaria tudo a perder nos dois últimos jogos, com a derrota caseira com os austríacos e uma “mini-goleada” sofrida na Escócia (1-4).

“Goleadas” que ficaram, desta vez, “a cargo” de Malta (0-8 com a RFA e 0-7 com o P. Gales) e do Chipre (0-5 com a Espanha e Jugoslávia), tendo ainda a Grécia (que venceria um grupo muito equilibrado – em que a URSS seria última classificada -, apurando-se para a fase final) derrotado a Finlândia por 8-1.

GRUPO A
RFA – Checoslováquia – 1-0
Holanda – Grécia – 1-0
RFA – Holanda – 3-2
Checoslováquia – Grécia – 3-1
Checoslováquia – Holanda – 1-1
RFA – Grécia – 0-0

1º RFA (5); 2º Checoslováquia (3); 3º Holanda (3); 4º Grécia (1)

GRUPO B
Bélgica – Inglaterra – 1-1
Itália – Espanha – 0-0
Bélgica – Espanha – 2-1
Itália – Inglaterra – 1-0
Inglaterra – Espanha – 2-1
Itália – Bélgica – 0-0

1º Bélgica (4); 2º Itália (4); 3º Inglaterra (3); 4º Espanha (1)

3º / 4º lugar
Itália – Checoslováquia – 1-1 (8-9 na marcação de pontapés da marca de grande penalidade)

Final
RFA – Bélgica – 2-1

Classificação
1º RFA
2º Bélgica
3º Checoslováquia
4º Itália
5º Holanda
6º Inglaterra
7º Espanha
8º Grécia

Campeões – Schumacher, Kaltz, Stielike. K. H. Forster, Dietz, Schuster, Briegel, H. Muller, Rummenigge, Hrubesch, Klaus Allofs, Cullman, Maier, Burdenski, Nigbur, Zewe, Martin, B. Forster, Votava, Bonhof, Zimmermann, Magath, Matthaus, Memmering, Abramczik, Borchers, Fischer, Toppmoller, Kelsch, Nickel e Dell’Haye.

Melhores marcadores – Keegan (Inglaterra), 7 golos; Fischer (Alemanha), 6 golos; Van Der Elst (Bélgica), Klaus Allofs (Alemanha) e Mavros (Grécia), 5 golos.





Lista de convocados – Grupo A

28 05 2008

Suiça

Guarda-redes: 1 – Diego Benaglio (Wolfsburg); 18 – Pascal Züberbühler (Neuchâtel Xamax); 21 – Eldin Jakupovic (Grasshopper)

Defesas: 2 – Johan Djourou (Arsenal); 3 – Ludovic Magnin (Stuttgart); 4 – Philippe Senderos (Arsenal); 5 – Stephan Lichtsteiner (Lille); 13 – Stéphane Grichting (Auxerre); 17 – Christoph Spycher (Eintracht Frankfurt); 20 – Patrick Müller (Olympique Lyonnais); 23 – Philipp Degen (Borussia Dortmund)

Médios: 6 – Benjamin Huggel (Basel); 7 – Ricardo Cabanas (Grasshopper); 8 – Gökhan Inler (Udinese); 10 – Hakan Yakin (Young Boys); 14 – Daniel Gygax (Metz); 15 – Gelson Fernandes (Manchester City); 16 – Tranquillo Barnetta (Bayer Leverkusen); 19 – Valon Behrami (Lazio); 22 – Johan Vonlanthen (Salzburg)

Avançados: 9 – Alexander Frei (Borussia Dortmund); 11 – Marco Streller (Basel); 12 – Eren Derdiyok (Basel)

Treinador – Jakob Kuhn


R. Checa

Guarda-redes: 1 – Petr Čech (Chelsea); 16 – Jaromír Blažek (Nürnberg); 23 – Daniel Zítka (Anderlecht)

Defesas: 2 – Zdeněk Grygera (Juventus); 6 – Marek Jankulovski (AC Milan); 12 – Zdeněk Pospěch (FC Copenhagen); 13 – Michal Kadlec (Sparta Praha); 19 – Rudolf Skácel (Hertha Berlin); 21 – Tomáš Ujfaluši (Fiorentina); 22 – David Rozehnal (Lazio)

Médios: 3 – Jan Polák (Anderlecht); 4 – Tomáš Galásek (Nürnberg); 5 – Radoslav Kováč (Spartak Moscovo); 14 – David Jarolím (Hamburger); 17 – Marek Matějovský (Reading); 18 – Tomáš Sivok (Sparta Praha); 20 – Jaroslav Plašil (Osasuna)

Avançados: 7 – Libor Sionko (FC Copenhagen); 8 – Martin Fenin (Eintracht Frankfurt); 9 – Jan Koller (Nürnberg); 10 – Václav Svěrkoš (Banik Ostrava); 11 – Stanislav Vlček (Anderlecht); 15 – Milan Baroš (Portsmouth)

Treinador – Karel Brückner


Portugal

Guarda-redes: 1 – Ricardo (Betis); 12 – Quim (Benfica) Nuno Espírito Santo (FC Porto); 22 – Rui Patrício (Sporting)

Defesas: 2 – Paulo Ferreira (Chelsea); 3 – Bruno Alves (FC Porto); 4 – Bosingwa (FC Porto); 5 – Fernando Meira (Stuttgart); 13 – Miguel (Valencia); 14 – Jorge Ribeiro (Boavista); 15 – Pepe (Real Madrid); 16 – Ricardo Carvalho (Chelsea)

Médios: 6 – Raul Meireles (FC Porto); 8 – Petit (Benfica); 10 – João Moutinho (Sporting); 11 – Simão (At. Madrid); 17 – Ricardo Quaresma (FC Porto); 18 – Miguel Veloso (Sporting); 19 – Nani (Manchester United); 20 – Deco (Barcelona)

Avançados: 7 – Cristiano Ronaldo (Manchester United); 9 – Hugo Almeida (Werder Bremen); 21 – Nuno Gomes (Benfica); 23 – Hélder Postiga (Panathinaikos)

Treinador – Luiz Felipe Scolari


Turquia

Guarda-redes: 1 – Rüştü Reçber (Beşiktaş); 12 – Tolga Zengin (Trabzonspor); 23 – Volkan Demirel (Fenerbahçe)

Defesas: 2 – Servet Çetin (Galatasaray); 4 – Gökhan Zan (Beşiktaş); 13 – Emre Güngör (Galatasaray); 15 – Emre Aşık (Galatasaray); 20 – Sabri Sarıoğlu (Galatasaray)

Médios: 3 – Hakan Balta (Galatasaray); 5 – Emre Belözoglu (Newcastle); 6 – Mehmet Topal (Galatasaray); 7 – Mehmet Aurélio (Fenerbahçe); 10 – Gökdeniz Karadeniz (Rubin Kazan); 11 – Tümer Metin (Larisa); 14 – Arda Turan (Galatasaray); 16 – Uğur Boral (Fenerbahçe); 17 – Tuncay Sanlı (Middlesbrough); 18 – Kazım Kazım (Fenerbahçe); 19 – Ayhan Akman (Galatasaray); 22 – Hamit Altıntop (Bayern München)

Avançados: 8 – Nihat Kahveci (Villarreal); 9 – Semih Şentürk (Fenerbahçe); 21 – Mevlüt Erdinç (Sochaux)

Treinador – Fatih Terim






Lista de convocados – Grupo B

28 05 2008

Áustria

Guarda-redes: 1 – Alex Manninger (Siena); 21 – Jürgen Macho (AEK Athens); 23 – Ramazan Özcan (TSG Hoffenheim)

Defesas: 2 – Joachim Standfest (Austria Wien); 3 – Martin Stranzl (Spartak Moscow); 4 – Emanuel Pogatetz (Middlesbrough); 12 – Ronald Gercaliu (Austria Wien); 13 – Markus Katzer (Rapid Wien); 15 – Sebastian Prödl (Sturm Graz); 16 – Jürgen Patocka (Rapid Wien); 17 – Martin Hiden (Rapid Wien)

Médios: 5 – Christian Fuchs (Mattersburg); 6 – René Aufhauser (Salzburg); 8 – Christoph Leitgeb (Salzburg); 10 – Andreas Ivanschitz (Panathinaikos); 11 – Ümit Korkmaz (Rapid Wien); 14 – György Garics (Napoli); 19 – Jürgen Säumel (Sturm Graz)

Avançados: 7 – Ivica Vastic (LASK Linz); 9 – Roland Linz (Braga); 18 – Roman Kienast (Hamarkameratene); 20 – Martin Harnik (Werder Bremen); 22 – Erwin Hoffer (Rapid Wien)

Treinador – Josef Hickersberger


Croácia

Guarda-redes: 1 – Stipe Pletikosa (Spartak Moscow); 12 – Mario Galinović (Panathinaikos); 23 – Vedran Runje (Lens)

Defesas: 2- Dario Šimić (AC Milan); 3 – Josip Šimunić (Hertha Berlin); 4 – Robert Kovač (Borussia Dortmund); 5 – Vedran Ćorluka (Manchester City); 6 – Hrvoje Vejić (Tom Tomsk); 15 – Dario Knežević (Livorno)

Médios: 7 – Ivan Rakitić (Schalke 04); 8 – Ognjen Vukojević (Dinamo Zagreb); 10 – Niko Kovač (Salzburg); 11 – Darijo Srna (Shakhtar Donetsk); 13 – Nikola Pokrivač (Monaco); 14 – Luka Modrić (Tottenham); 16 – Jerko Leko (Monaco); 19 – Niko Kranjčar (Portsmouth); 22 – Danijel Pranjić (Heerenveen)

Avançados: 9 – Nikola Kalinić (Hajduk Split); 17 – Ivan Klasnić (Werder Bremen); 18 – Ivica Olić (Hamburger); 20 – Igor Budan (Parma); 21 – Mladen Petrić (Borussia Dortmund)

Treinador – Slaven Bilić


Alemanha

Guarda-redes: 1 – Jens Lehmann (Arsenal); 12 – Robert Enke (Hannover); 23 – René Adler (Bayer Leverkusen)

Defesas: 2 – Marcell Jansen (Bayern München); 3 – Arne Friedrich (Hertha Berlin); 4 – Clemens Fritz (Werder Bremen); 5 – Heiko Westermann (Schalke 04); 6 – Simon Rolfes (Bayer Leverkusen); 16 – Philipp Lahm (Bayern München); 17 – Per Mertesacker (Werder Bremen); 21 – Christoph Metzelder (Real Madrid)

Médios: 7 – Bastian Schweinsteiger (Bayern München); 8- Torsten Frings (Werder Bremen); 13 – Michael Ballack (Chelsea); 14 – Piotr Trochowski (Hamburger); 15 – Thomas Hitzlsperger (Stuttgart); 18 – Tim Borowski (Werder Bremen); 19 – David Odonkor (Betis)

Avançados: 9 – Mario Gómez (Stuttgart); 10 – Oliver Neuville (Borussia Mönchengladbach); 11 – Miroslav Klose (Bayern München); 20 – Lukas Podolski (Bayern München); 22 – Kevin Kuranyi (Schalke 04)

Treinador – Joachim Löw


Polónia

Guarda-redes: 1 – Artur Boruc (Celtic); 12 – Tomasz Kuszczak (Manchester United) Wojciech Kowalewski (Korona Kielce); 22 – Łukasz Fabiański (Arsenal)

Defesas: 2 – Mariusz Jop (FK Moscow); 3 – Jakub Wawrzyniak (Legia Warsaw); 4 – Paweł Golański (Steaua); 5 – Dariusz Dudka (Wisla Krakow); 6 – Jacek Bąk (Austria Wien); 13 – Marcin Wasilewski (Anderlecht); 14 – Michał Żewłakow (Olympiakos); 15 – Michal Pazdan (Gornik Zabrze); 23 – Adam Kokoszka (Wisla Krakow)

Médios: 7 – Euzebiusz Smolarek (Racing Santander); 8 – Jacek Krzynówek (Wolfsburg); 10 – Łukasz Garguła (Belchatow); 16 – Jakub Błaszczykowski (Borussia Dortmund) Łukasz Piszczek (Hertha Berlin); 17 – Wojciech Łobodziński (Wisla Krakow); 18 – Mariusz Lewandowski (Shakhtar Donetsk); 19 – Rafał Murawski (Lech Poznan); 20 – Roger Guerreiro (Legia Warsaw)

Avançados: 9 – Maciej Żurawski (Larisa); 11 – Marek Saganowski (Southampton); 21 – Tomasz Zahorski (Gornik Zabrze)

Treinador – Leo Beenhakker






Lista de convocados – Grupo C

28 05 2008

Holanda

Guarda-redes: 1 – Edwin van der Sar (Manchester United); 13 – Henk Timmer (Feyenoord); 16 – Maarten Stekelenburg (Ajax)

Defesas: 2 – André Ooijer (Blackburn); 3 – Johnny Heitinga (Ajax); 4 – Joris Mathijsen (Hamburger); 5 – Giovanni van Bronckhorst (Feyenoord); 12 – Mario Melchiot (Wigan); 14 – Wilfred Bouma (Aston Villa); 15 – Tim de Cler (Feyenoord); 21 – Khalid Boulahrouz (Sevilla)

Médios: 6 – Demy de Zeeuw (AZ Alkmaar); 8 – Orlando Engelaar (Twente); 10 – Wesley Sneijder (Real Madrid); 17 – Nigel de Jong (Hamburger); 20 – Ibrahim Afellay (PSV Eindhoven); 23 – Rafael van der Vaart (Hamburger)

Avançados: 7 – Robin van Persie (Arsenal); 9 – Ruud van Nistelrooy (Real Madrid); 11 – Arjen Robben (Real Madrid); 18 – Dirk Kuyt (Liverpool); 19 – Klaas Jan Huntelaar (Ajax); 21 – Ryan Babel (Liverpool); 22 – Jan Vennegoor of Hesselink (Celtic)

Treinador – Marco van Basten


Itália

Guarda-redes – 1 – Gianluigi Buffon (Juventus); 14 – Marco Amelia (Livorno); 17 – Morgan De Sanctis (Sevilla)

Defesas – 2 – Christian Panucci (Roma); 3 – Fabio Grosso (Olympique Lyonnais); 4 – Giorgio Chiellini (Juventus); 5 – Fabio Cannavaro (Real Madrid) Alessandro Gamberini (Fiorentina); 6 – Andrea Barzagli (Palermo); 19 – Gianluca Zambrotta (Barcelona); 23 – Marco Materazzi (Internazionale)

Médios – 8 – Gennaro Gattuso (AC Milan); 10 – Daniele De Rossi (Roma); 13 – Massimo Ambrosini (AC Milan); 16 – Mauro Camoranesi (Juventus); 20 – Simone Perrotta (Roma); 21 – Andrea Pirlo (AC Milan); 22 – Alberto Aquilani (Roma)

Avançados – 7 – Alessandro Del Piero (Juventus); 9 – Luca Toni (Bayern München); 11 – Antonio Di Natale (Udinese); 12 – Marco Borriello (Genoa); 15 – Fabio Quagliarella (Udinese); 18 – Antonio Cassano (Sampdoria)

Treinador – Roberto Donadoni


Roménia

Guarda-redes: 1 – Bogdan Lobonţ (D. Bucuresti); 12 – Marius Cornel Popa (Poli Timisoara); 23 – Eduard Stăncioiu (CFR Cluj)

Defesas: 2 – Cosmin Contra (Getafe); 3 – Răzvan Raţ (Shakhtar Donetsk); 4 – Gabriel Tamaş (Auxerre); 5 – Cristian Chivu (Internazionale); 6 – Mirel Rădoi (Steaua); 13 – Cristian Sapunaru (Rapid Bucuresti); 14 – Sorin Ghionea (Steaua); 15 – Dorin Goian (Steaua); 17 – Cosmin Moti (D. Bucuresti); 22 – Ştefan Radu (Lazio)

Médios: 7 – Florentin Petre (CSKA Sofia); 8 – Paul Codrea (Siena); 11 – Răzvan Cociş (Lokomotiv Moscow); 16 – Bănel Nicoliţă (Steaua); 19 – Adrian Cristea (D. Bucuresti)

Avançados: 9 – Ciprian Marica (Stuttgart); 10 – Adrian Mutu (Fiorentina); 18 – Marius Niculae (Inverness); 20 – Nicolae Dică (Steaua); 21 – Daniel Niculae (Auxerre)

Treinador – Victor Piţurcă


França

Guarda-redes – 1 – Steve Mandanda (Marseille); 16 – Sébastien Frey (Fiorentina); 23 – Grégory Coupet (Olympique Lyonnais)

Defesas – 2 – Jean-Alain Boumsong (Olympique Lyonnais); 3 – Eric Abidal (Barcelona); 5 – William Gallas (Arsenal); 13 – Patrice Evra (Manchester United); 14 – François Clerc (Olympique Lyonnais); 15 – Lilian Thuram (Barcelona); 17 – Sébastien Squillaci (Olympique Lyonnais); 19 – Willy Sagnol (Bayern München)

Médios – 4 – Patrick Vieira (Internazionale); 6 – Claude Makelele (Chelsea); 20 – Jérémy Toulalan (Olympique Lyonnais); 21 – Lassana Diarra (Portsmouth)

Avançados – 7 – Florent Malouda (Chelsea); 8 – Nicolas Anelka (Chelsea); 9 – Karim Benzema (Olympique Lyonnais); 10 – Sidney Govou (Olympique Lyonnais); 11 – Samir Nasri (Marseille); 12 – Thierry Henry (Barcelona); 18 – Bafétimbi Gomis (Saint-Etienne); 22 – Franck Ribéry (Bayern München)

Treinador – Raymond Domenech






Lista de convocados – Grupo D

28 05 2008

Grécia

Guarda-redes: 1 – Antonios Nikopolidis (Olympiakos); 12 – Konstantinos Chalkias (Aris Thessaloniki); 13 – Alexandros Tzorvas (OFI Creta)

Defesas: 2 – Giourkas Seitaridis (At. Madrid); 3 – Christos Patsatzoglou (Olympiakos); 4 – Nikolaos Spyropoulos (Panathinaikos); 5 – Traianos Dellas (AEK Athens); 11 – Loukas Vintra (Panathinaikos); 15 – Vassilios Torosidis (Olympiakos); 16 – Sotirios Kyrgiakos (Eintracht Frankfurt); 18 – Ioannis Goumas (Panathinaikos); 19 – Paraskevas Antzas (Olympiakos)

Médios: 6 – Angelos Basinas (Mallorca); 8 – Stelios Giannakopoulos (Bolton); 10 – Georgios Karagounis (Panathinaikos); 21 – Konstantinos Katsouranis (Benfica); 22 – Alexandros Tziolis (Panathinaikos)

Avançados: 7 – Georgios Samaras (Celtic); 9 – Angelos Charisteas (Nürnberg); 14 – Dimitrios Salpingidis (Panathinaikos); 17 – Theofanis Gekas (Bayer Leverkusen); 20 – Ioannis Amanatidis (Eintracht Frankfurt); 23 – Nikolaos Liberopoulos (AEK Athens)

Treinador – Otto Rehhagel


Suécia

Guarda-redes: 1 – Andreas Isaksson (Manchester City); 12 – Rami Shaaban (Hammarby); 13 – Johan Wiland (Elfsborg)

Defesas: 3 – Olof Mellberg (Aston Villa); 4 – Petter Hansson (Stade Rennes); 5 – Fredrik Stoor (Rosenborg); 14 – Daniel Majstorovic (Basel); 15 – Andreas Granqvist (Helsingborg); 23 – Mikael Dorsin (CFR Cluj)

Médios: 2 – Mikael Nilsson (Panathinaikos); 6 – Tobias Linderoth (Galatasaray); 7 – Niclas Alexandersson (Goteborg); 8 – Anders Svensson (Elfsborg); 9 – Fredrik Ljungberg (West Ham United); 16 – Kim Källström (Olympique Lyonnais); 18 – Sebastian Larsson (Birmingham); 19 – Daniel Andersson (Malmoe); 21 – Christian Wilhelmsson (Deportivo Coruña)

Avançados: 10 – Zlatan Ibrahimović (internazionale); 11 – Johan Elmander (Toulouse); 17 – Henrik Larsson (Helsingborg); 20 – Marcus Allbäck (Örgryte); 22 – Markus Rosenberg (Werder Bremen)

Treinador – Lars Lagerbäck


Espanha

Guarda-redes: 1 – Iker Casillas (Real Madrid); 13 – Andrés Palop (Sevilla); 23 – Pepe Reina (Liverpool)

Defesas: 2 – Raúl Albiol (Valencia); 3 – Fernando Navarro (Mallorca); 4 – Carlos Marchena (Valencia); 5 – Carles Puyol (Barcelona); 11 – Joan Capdevila (Villarreal); 15 – Sergio Ramos (Real Madrid); 18 – Álvaro Arbeloa (Liverpool); 20 – Juanito Gutiérrez (Betis)

Médios: 6 – Andrés Iniesta (Barcelona); 8 – Xavi Hernández (Barcelona); 10 – Cesc Fábregas (Arsenal); 12 – Santi Cazorla (Villarreal); 14 – Xabi Alonso (Liverpool); 19 – Marcos Senna (Villarreal); 22 – Rubén De la Red (Getafe)

Avançados: 7 – David Villa (Valencia); 9 – Fernando Torres (Liverpool); 16 – Sergio Garcia (Zaragoza); 17 – Daniel Güiza (Mallorca); 21 – David Silva (Valencia)

Treinador – Luis Aragonés


Rússia

Guarda-redes: 1 – Igor Akinfeev (CSKA Moscow); 12 – Vladimir Gabulov (Amkar Perm); 16 – Vyacheslav Malafeev (Zenit St.-Petersburg)

Defesas: 2 – Vasili Berezutski (CSKA Moscow); 3 – Renat Yanbaev (Lokomotiv Moscow); 4 – Sergei Ignashevich (CSKA Moscow); 5 – Aleksei Berezutski (CSKA Moscow); 8 – Denis Kolodin (Dynamo Moscow); 14 – Roman Shirokov (Zenit St.-Petersburg); 22 – Aleksandr Anyukov (Zenit St.-Petersburg)

Médios: 7 – Dmitri Torbinskiy (Lokomotiv Moscow); 11 – Sergei Semak (Rubin Kazan); 15 – Diniyar Bilyaletdinov (Lokomotiv Moscow); 17 – Konstantin Zyrianov (Zenit St.-Petersburg); 18 – Yuri Zhirkov (CSKA Moscow); 20 – Igor Semshov (Dynamo Moscow); 23 – Vladimir Bystrov (Spartak Moscow)

Avançados: 6 – Roman Adamov (FK Moscow); 9 – Ivan Saenko (Nurnberg); 10 – Andrei Arshavin (Zenit St.-Petersburg); 13 – Pavel Pogrebnyak (Zenit St.-Petersburg) Oleg Ivanov (Krylya Sovetov); 19 – Roman Pavlyuchenko (Spartak Moscow); 21 – Dmitri Sychev (Lokomotiv Moscow)

Treinador – Guus Hiddink






Historial do Campeonato da Europa de Futebol (V)

28 05 2008

V – 1976 (Jugoslávia)

A 5ª Edição do Campeonato da Europa teria uma fase final (disputada em 1976 na Jugoslávia) muito peculiar: todos os jogos terminaram empatados, tendo sido portanto necessário disputar prolongamentos de desempate em todos eles!

Mais difícil ainda: na final, entre a RFA (campeã mundial em 1974) e a Checoslováquia, o prolongamento não ditou o vencedor; pela primeira vez na história da prova, teve de recorrer-se ao desempate por via da marcação de pontapés da marca de grande penalidade, com um magistral golo decisivo de Panenka (um “chapéu” a Sepp Maier – possivelmente o melhor guarda-redes de todos os tempos, lugar que disputa talvez com Gordon Banks -, fazendo a bola subir e, de imediato, descer de forma abrupta).

A estrutura da prova manteve-se inalterada em relação à edição anterior, novamente com 32 países participantes, repartidos, numa primeira fase, em 8 grupos de 4 equipas, apurando-se o vencedor de cada grupo para os 1/4 final.

Na fase de grupos, a surpresa de um vencedor inesperado, o P. Gales, num grupo de que faziam parte a Hungria e a Áustria.

O Luxemburgo continuou a ser a “vítima” (derrotas de 1-8 com a Hungria e 2-6 com a Áustria); a Roménia venceria também a Dinamarca por 6-1, mas a maior “goleada” foi aplicada pela RFA (8-0 a Malta). O Chipre e Luxemburgo seriam as únicas equipas apenas com derrotas (6).

Pela primeira vez, foram introduzidas as substituições nos jogos da fase final.

A Holanda, vice-campeã mundial, ficaria, desta vez, pelas meias-finais, perdendo com o futuro campeão.

… Tal como Portugal, inserido num grupo muito forte (em que seria 3º), ganho pela Checoslováquia (que impôs a Portugal uma pesada derrota por 5-0, tendo, no jogo em casa, a equipa portuguesa obtido um empate com o futuro campeão), seguindo-se a Inglaterra no lugar imediato (acabaria afastada da prova pelos dois empates cedidos frente a Portugal, um deles em Wembley).

1/2 Finais
Checoslováquia – Holanda – 1-1 (3-1 após prolongamento)
Jugoslávia – RFA – 2-2 (2-4 após prolongamento)

3º / 4º lugar
Jugoslávia – Holanda – 2-2 (2-3 após prolongamento)

Final
Checoslováquia – RFA – 2-2 (5-3 na marcação de pontapés da marca de grande penalidade)

Classificação
1º Checoslováquia
2º RFA
3º Holanda
4º Jugoslávia

Campeões – Viktor, Pivarnik, Ondrus, Capkovic, Gogh, Dobias, Moder, Panenka, Masny, Svehlik, Nehoda, Vesely, Jurkemic, Vojacek, Varadin, Koubek, Svoboda, Petras, Pollak, Bicovsky, Kuna, Knapp, Medvid, Pekarik, Kroupa, Gajdusek, Stratil e Gallis.

Melhores marcadores – Givens (Irlanda), 8 golos; Nyilasi (Hungria), 6 golos; Krankl (Áustria), Nehoda (Checoslováquia), McDonald (Inglaterra), Katalinski (Jugoslávia) e Cruyjff (Holanda), 5 golos.





Historial do Campeonato da Europa de Futebol (IV)

27 05 2008

IV – 1972 (Bélgica)

Na 4ª Edição do Campeonato da Europa – cuja Fase Final foi disputada em 1972, na Bélgica -, a estrutura da prova manteve-se, desta vez com 32 países participantes, repartidos em 8 grupos de 4 equipas.

Nesta prova, as “goleadas” ficaram a cargo da Holanda (com as suas vitórias de 8-0 e 6-0 ao vizinho Luxemburgo – que empataria 0-0 na Jugoslávia, vencedora do grupo) e da Espanha (7-0 ao Chipre, que, aliás, apenas averbaria derrotas nesta sua participação); destaque ainda para a vitória (6-0) da Áustria sobre a Irlanda.

E, à segunda participação, a Alemanha sagrou-se campeã, depois de afastar a Inglaterra em Wembley (que realizara uma fase de grupos “quase perfeita”, com 5 vitórias e 1 empate) e a URSS.

A grande surpresa foi protagonizada pela Bélgica, que eliminaria o anterior campeão da Europa e vice-campeão mundial de 1970, a Itália, acabando por receber a organização da fase final do torneio.

A Jugoslávia, anterior finalista, seria desta vez eliminada, nos 1/4 final, pela URSS.

Pela 3ª vez em 4 edições da prova, cruzavam-se os caminhos da Espanha e da URSS, com um bom palmarés nestes primeiros torneios.

Portugal foi também eliminado pela Bélgica, ao concluir a fase de grupos, mais uma vez no 2º lugar, tendo como melhor resultado a vitória de 5-0 sobre a Dinamarca.

1/2 Finais
Bélgica – RFA – 1-2
URSS – Hungria – 1-0

3º / 4º lugar
Bélgica – Hungria – 2-1

Final
RFA – URSS – 3-0

Classificação
1º RFA
2º URSS
3º Bélgica
4º Hungria

Campeões – Maier, Hottges, Breitner, Schwarzenbeck, Beckenbauer, Wimmer, Heynckes, Hoeness, Muller, Netzer, Kremers, Vogts, Schnellinger, Sieloff, Bleidick, Patzke, Bella, Weber, Libuda, Held, Flohe, Fichtel, Koppel, Overath e Grabowski.

Melhores marcadores – Muller (RFA), 11 golos; Van Himst (Bélgica), Kreische (RDA), Chivers (Inglaterra), Cruijff (Holanda), Keizer (Holanda) e Bene (Hungria), 5 golos.





Historial do Campeonato da Europa de Futebol (III)

26 05 2008

III – 1968 (Itália)

Na 3ª Edição do Campeonato da Europa, pela primeira vez, são introduzidos os grupos na fase de apuramento, sendo os 31 países concorrentes repartidos em 8 grupos (com a particularidade de o sorteio ter determinado um grupo exclusivo das ilhas britânicas!), apurando-se os vencedores de cada grupo para os 1/4 de final, de que resultaram então os 4 participantes na fase final, disputada em Itália.

E, com este novo sistema, começaram a surgir as “goleadas”, com destaque para os 7-0 do Roménia-Chipre; 6-0 da RFA à Albânia e da Hungria à Dinamarca; e (no reverso da medalha para a Roménia) os 7-1 no Suíça-Roménia.

O anterior campeão europeu (Espanha) seria eliminado pela Inglaterra (campeã do mundo) nos 1/4 final.

Portugal, 3º classificado no Campeonato do Mundo dois anos antes, faria uma campanha irregular, acabando em 2º lugar no seu (difícil) grupo de apuramento, vencido pela Bulgária.

A melhor equipa da prova foi provavelmente a Jugoslávia (que afastou, ainda na fase de grupos, o grande “colosso” alemão – vice-campeão mundial -, “travado” pela Albânia), para depois – já na fase final – eliminar o campeão mundial (Inglaterra), não conseguindo contudo alcançar o título (sendo batida na finalíssima, por uma equipa que soube fazer uma melhor gestão do esforço de disputar 3 jogos em 5 dias).

O país organizador (Itália) vinha de uma campanha verdadeiramente frustrante no Mundial de 1966 (prematuramente eliminada pela Coreia do Norte), tendo superado da melhor forma esse “trauma”, passando por um jogo épico com a URSS, em que, com um jogador a menos (lesão de Rivera aos 4 minutos – numa altura em que não havia ainda substituições!), “segurou” durante duas horas o empate, acabando por ser bafejada com a sorte da “moeda ao ar”!

A Final seria inconclusiva, obrigando à referida Finalíssima, disputada a 10 de Junho de 1968, entre a equipa da casa, Itália, e a Jugoslávia.

1/2 Finais
Itália – URSS – 0-0 (Itália apurada por “moeda ao ar”)
Jugoslávia – Inglaterra – 1-0

3º / 4º lugar
Inglaterra – URSS – 2-0

Final
Itália – Jugoslávia -1-1

Finalíssima
Itália – Jugoslávia – 2-0

Classificação
1º Itália
2º Jugoslávia
3º Inglaterra
4º URSS

Campeões – Zoff, Burnich, Facchetti, Rosato, Guarnieri, Salvadore, Domenghini, Mazzola, Anastasi, De Sisti, Riva, Sarti, Albertosi, Vieri, Landini, Gori, Bianchi, Lodetti, Bertini, Fogli, Ferrini, Bercellino, Picchi, Castano, Rivera, De Paoli, Cappellini, Zigoni, Boninsegna, Juliano, Bulgarelli, Corso, Pascutti e Prati.

Melhores marcadores – Riva (Itália), 7 golos; Farkas (Hungria), 6 golos; Di Nallo (França, Frenzel (RDA), Muller (RFA), Hurst (Inglaterra), Bobby Charlton (Inglaterra), Mazzola (Itália), Domenghini (Itália), Fratila (Roménia) e Kunzli (Suíça), 5 golos.